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sábado, 5 de abril de 2008

Fim de semana brincando no St. Stephan's Green Park

Na foto, a galera da escola. Só falta o coreano que bateu a foto e estava ministrando o "jogo".



A Su, minha amiga coreana da escola (do meu lado, a direita) tinha me convidado para um piquenique no parque no sábado. Achei a ideia interessante, apesar de ter de trabalhar depois. Achei que encontraria somente coreanos no encontro, mas para variar um pouco, tinham brasileiros da escola junto. Cheguei meio atrasada no encontro, pois fiz o almoço com a estudante coreana da minha casa. Que por sinal, estava uma delícia, medestia a parte! A Paula comprou um peixe típico daqui para mim e arroz também, pois disse que gostaría de cozinhar no fim de semana. (Tive que lavar o peixe, pois ele era defumado e vinha repleto de pimenta cortada em cubinhos em cima). Tentei convencer por tudo a coreana da minha casa a ir junto, afinal iam ter muitos coreanos e era uma oportunidade dela conhecer mais gente e fazer amigos. Não teve jeito, ela preferiu ficar em casa. Estava atrasada, mas muito feliz em ter comido, após quase um mês, arroz com alho!!


Estava muito frioooo. Nós sentamos em um grande círculo no chão. Como a grama estava húmida, era preciso colocar jornal e sacolas plásticas no chão, antes de sentarmos. Era muito engraçado, pois a cada vez que levantávamos, tínhamos que sair atrás dos papéis, pois saiam voando com o vento. Quando cheguei, o pessoal já estava enturmado, então, sentei do lado da Su. Tinha muita comida, um monte de salgadinhos, copos de plástico, suco de laranja, refrigerante, maçãs, doces, etc. Logo depois que todo mundo se apresentou, dizendo idade, nacionalidade e quanto tempo ficaria em Dublin, um dos coreanos, quem bateu a foto, levantou e deu início a uma espécie de jogo.

Fazia muito tempo que eu não ria tanto. Sim era um jogo, mas muito sem pé nem cabeça. Ele dividiu o pessoal em dois grupos mistos de coreanos e brasileiros, e começou a falar as "regras do jogo". Proibido falar em outro idioma que não seja inglês, não pode usar o celular (até agora não entendi porque, mas tudo bem). Ele começou a passar tarefas para nós. Cada tarefa tinha pontos correspondentes. A primeira prova já causou a maior polémica. Era para ver quem tinha a maior abertura de boca, e para isto era necessário que dois voluntários de cada grupo passassem batom e colocassem a boca bem aberta para marcar um guardanapo de papel. O Coreano tinha levado até régua para medir. Ou seja, ele planejou cada detalhe!! Depois que os meninos do nosso grupo, donos das maiores bocas, se convenceram de passar batom, o jogo começou... Muito cômico.

O parque estava muito cheio apesar do frio. E todo mundo parava para olhar aquele monte de estrangeiro brincando que nem criança. Outra prova era duas duplas de cada grupo ficarem sobre um pedaço de jornal. Só que cada vez o jornal era dobrado em mais um pedaço e as pessoas tinham que se equilibrar por 30 seg pesando somente no jornal. Valia se uma das pessoas carregasse a outra.

Outra prova era uma dupla de brasileiros de cada time encherem um copo de granóla com aqueles pauzinhos que eles (orientais) usam para comer. Ganhava o copo que estivesse mais cheio depois de um minuto. Eu me diverti vendo e participando daquela maluquice toda.

Foram muitas provas, cada uma mais estranha que a outra. Lá pelas 16h30min, já tínhamos terminado o jogo, comido quase toda a comida, recolhido o lixo. Fui a primeira a ir embora, pois tinha de trabalhar às 17h. Sorte que o parque é do lado da estação do Luas.

Um comentário:

Joca disse...

Maninha, provavelmente não podia usar celular pq tem celulares com tradutor de idioma!!!
Devia ser isso!

Beijos, e conte tudo por aí!!